ALTA RENDA BLOG 2025 – Imposto de Renda) A nova proposta aprovada pela Câmara dos Deputados marca uma das mudanças mais relevantes dos últimos anos para os contribuintes brasileiros, especialmente para quem busca maior alívio fiscal e planejamento financeiro estratégico. Com a ampliação da faixa de isenção para até R$ 5.000 mensais e ajustes nas regras de dedução, o Imposto de Renda poderá impactar diretamente milhões de pessoas já a partir de 2026, alterando a forma como declaramos e como o contribuinte organiza sua vida financeira.
Essas mudanças representam uma oportunidade de otimização tributária, mas também exigem atenção para não perder benefícios ou cair na malha fina. A seguir, você vai entender em detalhes o que pode mudar, quem será beneficiado e como se preparar desde já.
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Novas regras de isenção do IR: o que muda em 2026
Em outubro de 2025, a Câmara dos Deputados aprovou um projeto que pode mudar significativamente o Imposto de Renda para milhões de brasileiros. A proposta amplia a isenção para quem ganha até R$ 5.000 por mês brutos e cria descontos progressivos para quem ganha até R$ 7.350 por mês.
Entenda como funcionam as novas regras e quem será beneficiado.
Comparativo: como eram as regras antigas e como ficam as novas
Regras antigas (até 2025):
- ● Isenção para quem ganha até R$ 2.824 por mês (R$ 33.888 por ano)
- ● Quem ganha acima disso já começa a pagar imposto
Novas regras (a partir de 2026):
- ● Isenção ampliada para quem ganha até R$ 5.000 por mês (R$ 60.000 por ano)
- ● Desconto progressivo para quem ganha entre R$ 5.001 e R$ 7.350 por mês
- ● Mais de 15 milhões de pessoas deixarão de pagar IR ou pagarão menos
Quanto você vai economizar? Exemplos práticos
Para entender melhor o impacto das novas regras, veja quanto cada faixa de renda vai economizar por mês e por ano:
Exemplo 1: Salário de R$ 3.650
- Economia mensal: R$ 88,24
- Economia anual: R$ 1.147,12 (considerando 13º salário)
Exemplo 2: Salário de R$ 5.000
- Economia mensal: R$ 312,89
- Economia anual: R$ 4.067,57 (considerando 13º salário)
Exemplo 3: Salário de R$ 6.000
- Economia mensal: R$ 179,75
- Economia anual: R$ 2.336,75 (considerando 13º salário)
Exemplo 4: Salário de R$ 7.000
- Economia mensal: R$ 46,60
- Economia anual: R$ 605,86 (considerando 13º salário)
Tabela completa de simulações
Veja quanto você pode deixar de pagar com as novas regras, de acordo com sua renda mensal:
| Renda mensal | Ganho por mês | Ganho anual | Ganho % |
|---|---|---|---|
| R$ 3.036,00 | – | – | 0,00% |
| 3.400,00 | R$ 27,30 | R$ 354,89 | 10,44% |
| R$ 3.600,00 | R$ 84,76 | R$ 1.101,89 | 19,77% |
| 3.800,00 | R$ 84,76 | R$ 1.101,89 | 29,00% |
| R$ 4.000,00 | R$ 114,76 | R$ 1.491,89 | 37,30% |
| 4.200,00 | R$ 144,76 | R$ 1.881,89 | 44,81% |
| R$ 4.400,00 | R$ 177,89 | R$ 2.312,57 | 52,56% |
| R$ 4.600,00 | R$ 222,89 | R$ 2.897,57 | 62,99% |
| R$ 4.800,00 | R$ 267,89 | R$ 3.482,57 | 72,55% |
| R$ 5.000,00 | R$ 222,89 | R$ 4.067,57 | 81,35% |
| R$ 5.200,00 | R$ 286,27 | R$ 3.721,46 | 71,57% |
| R$ 5.400,00 | R$ 286,27 | R$ 3.375,28 | 62,51% |
| 5.600,00 | R$ 233,01 | R$ 3.029,10 | 54,09% |
| R$ 5.800,00 | R$ 206,38 | R$ 2.682,93 | 46,26% |
| R$ 6.000,00 | R$ 179,75 | R$ 2.336,75 | 38,95% |
| R$ 6.200,00 | R$ 153,12 | R$ 1.990,57 | 32,11% |
| R$ 6.400,00 | R$ 126,49 | R$ 1.644,40 | 25,69% |
| R$ 6.600,00 | R$ 99,86 | R$ 1.298,22 | 19,67% |
| R$ 6.800,00 | R$ 73,23 | R$ 952,04 | 14,00% |
| R$ 7.000,00 | R$ 46,60 | R$ 605,86 | 8,66% |
| R$ 7.200,00 | R$ 19,98 | R$ 259,69 | 3,61% |
| R$ 7.350,00 | 0 | 0 | 0,00% |
13 meses (incluindo 13º salário) **Percentual em relação ao salário mensal
Fonte: Confirp Contabilidade / Infográfico elaborado em: 01/10/2025
Descontos progressivos para quem ganha entre R$ 5.000 e R$ 7.350
Quem ganha entre R$ 5.001 e R$ 7.350 por mês não ficará isento totalmente, mas terá um desconto progressivo. Isso significa que o desconto vai diminuindo aos poucos conforme o salário aumenta.
Veja como funciona:
- ● R$ 5.000: desconto de 100% (isenção total)
- ● R$ 5.500: desconto vai reduzindo gradualmente
- ● R$ 6.000: desconto de 50% aproximadamente
- ● R$ 7.000: desconto pequeno
- ● R$ 7.350: sem desconto (volta à tabela normal)
Acima de R$ 7.350, nada muda — a pessoa continua pagando conforme a tabela progressiva atual do Imposto de Renda.
Como o governo vai compensar a perda de arrecadação?
A isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5.000 vai custar cerca de R$ 25,8 bilhões aos cofres públicos em 2026.
Para compensar essa perda, o governo vai cobrar uma alíquota progressiva de até 10% sobre rendimentos anuais superiores a R$ 600.000 (mais de R$ 50.000 por mês).
Importante: essa nova tributação recai sobre lucros e dividendos, que hoje são isentos. Quem tem apenas o salário como fonte de renda não será afetado, pois continua sujeito à tabela progressiva do IR, com retenção em folha de até 27,5%.
Os mais ricos vão realmente pagar mais imposto?
Sim. Pessoas físicas com renda anual superior a R$ 600.000 estarão sujeitas a uma tributação mínima de até 10%, aplicada apenas sobre o valor que exceder esse limite.
O imposto aumenta de forma gradual conforme a renda cresce. Veja alguns exemplos:
● R$ 600.001 por ano: paga cerca de R$ 0,10 de imposto
● R$ 601.000 por ano: paga R$ 100,17 de imposto
● R$ 605.000 por ano: paga R$ 504,17 de imposto
● R$ 610.000 por ano: paga R$ 1.016,67 de imposto
● R$ 615.000 por ano: paga R$ 1.537,50 de imposto
Essa mudança corrige uma distorção comum: muitas pessoas de alta renda declaram um salário baixo (sujeito a poucos impostos) e recebem a maior parte dos ganhos como distribuição de lucros, que atualmente é isenta.
Quando essas mudanças passam a valer?
O projeto foi aprovado pela Câmara dos Deputados em outubro de 2025, mas ainda precisa:
- 1.Ser aprovado pelo Senado Federal
- 2.Ser sancionado pelo presidente Lula
Se tudo for aprovado ainda em 2025, as novas regras devem valer a partir de janeiro de 2026. Isso significa que o impacto aparecerá na declaração do Imposto de Renda feita em 2027 (referente ao ano de 2026).
Quem tem salário CLT e ganha mais de R$ 50.000 por mês será mais taxado?
Quem tem salário CLT e ganha mais de R$ 50.000 por mês será mais taxado? (H3)
Não. Quem tem vínculo CLT (carteira assinada) já tem o imposto retido na fonte, seguindo a tabela progressiva do IR, com retenção em folha de até 27,5%. Nada muda para essas pessoas.
A nova regra não afeta salários, honorários, aluguéis ou outras rendas que já sejam tributadas na fonte. Ela impacta apenas lucros e dividendos distribuídos acima de R$ 600.000 por ano.
Como organizar as finanças para o Imposto de Renda
Não é necessário esperar até abrir o período da declaração do Imposto de Renda para organizar a documentação. Criar o hábito de revisar as finanças de forma periódica ao longo do ano pode evitar erros, esquecimentos e até reduzir o imposto devido.
Algumas boas práticas que podem ser adotadas incluem:
Registre todas as receitas e despesas
Fazer um controle mensal de todas as receitas e despesas não permite só manter as finanças em ordem. Também ajuda a evitar omissões, identificar deduções e garantir que nenhuma informação fique de fora da declaração do Imposto de Renda.
Para isso, é possível:
- ● Usar uma planilha de controle financeiro ou aplicativo de finanças pessoais
- ● Categorizar os lançamentos, separando fontes de renda (salário, aluguel, investimentos) e despesas (saúde, educação, transporte)
- ● Acompanhar regularmente seus extratos bancários e faturas de cartão de crédito
Classifique suas despesas e receitas corretamente
Ao separar seus gastos por categoria, fica mais fácil identificar despesas que podem ser deduzidas no IR, como:
- ● Saúde: consultas médicas, exames, cirurgias e planos de saúde;
- ● Educação: mensalidades escolares, cursos técnicos e faculdades;
- ● Previdência privada: contribuições para planos PGBL;
- ● Dependentes: gastos com filhos ou outros dependentes legais.
- Essa organização evita que valores sejam esquecidos e possibilita uma declaração mais vantajosa.
Guarde os comprovantes de pagamento
A Receita Federal pode solicitar documentos que comprovem as informações declaradas. Por isso, é fundamental armazenar recibos e notas fiscais referentes a despesas dedutíveis. Alguns cuidados incluem:
- ● Guardar os documentos por pelo menos 5 anos, prazo que a Receita tem para solicitar comprovação;
- ● Digitalizar comprovantes para facilitar o acesso e evitar perda;
- ● Conferir se os recibos contêm informações completas, como nome, CPF ou CNPJ e descrição detalhada do serviço ou produto.
Monitore investimentos e rendimentos financeiros
Quem possui investimentos, como ações, fundos, CDBs ou Tesouro Direto, também precisa acompanhar a tributação sobre os rendimentos.
Algumas dicas:
- ● Verifique o informe de rendimentos disponibilizado por bancos e corretoras;
- ● Fique atento ao recolhimento mensal do imposto via carnê, no caso de ganhos com aluguel ou trabalho autônomo;
- ● Mantenha o controle sobre os lucros e tributações pagas fora do país, em caso de aplicações feitas fora do país.
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Perguntas frequentes sobre a isenção do IR 2026
- Quem será isento de Imposto de Renda com as novas regras?Quem ganha até R$ 5.000 por mês (R$ 60.000 por ano) em rendimentos tributáveis brutos ficará isento do Imposto de Renda a partir de 2026, caso o projeto seja aprovado pelo Senado e sancionado pelo presidente.
- A isenção vale para salário líquido ou bruto?A isenção vale para rendimentos mensais brutos de até R$ 5.000 — ou seja, o valor antes dos descontos.
- Quem tem mais de uma fonte de renda pode ser beneficiado?Sim, desde que a soma de todos os rendimentos tributáveis não ultrapasse os R$ 5.000 mensais.
- Quem ganha entre R$ 5.000 e R$ 7.350 vai pagar menos imposto?Sim. O projeto estabelece um desconto progressivo que vai diminuindo gradualmente conforme a renda aumenta, até chegar a zero no valor de R$ 7.350.
- Como declarar a isenção no IR?Ainda não há detalhes específicos sobre mudanças no processo de declaração. A expectativa é que a Receita Federal divulgue as novas regras após a sanção da lei.
- Quem tem dependentes: muda alguma coisa?As regras sobre dependentes permanecem as mesmas. O que muda é apenas a faixa de isenção e os descontos progressivos para determinadas faixas de renda.
- Como ficam os aposentados e pensionistas?Aposentados e pensionistas também serão beneficiados se seus rendimentos mensais brutos estiverem dentro da nova faixa de isenção (até R$ 5.000) ou de desconto progressivo (de R$ 5.001 a R$ 7.350).
- Como ficam os investidores?Investidores que recebem rendimentos de aplicações financeiras continuam seguindo as regras específicas de tributação de cada tipo de investimento. A principal mudança é para quem recebe lucros e dividendos acima de R$ 600.000 por ano, que passará a pagar uma alíquota progressiva de até 10%.
- O que é IR progressivo e regressivo?
- ● IR Progressivo: a alíquota do imposto aumenta conforme a renda cresce. É o caso do Imposto de Renda sobre salários, que pode chegar a 27,5% para rendas mais altas.
- ● IR Regressivo: a alíquota do imposto diminui conforme o tempo de aplicação aumenta. É comum em alguns investimentos, como fundos de previdência e alguns títulos de renda fixa.
- Qual o valor do IR para quem ganha R$ 6.000 em 2025?Com as regras atuais (2025), quem ganha R$ 6.000 por mês paga cerca de R$ 574,29 de Imposto de Renda mensalmente. Com as novas regras (2026, se aprovadas), essa pessoa pagará cerca de R$ 417,85 mensais, economizando aproximadamente R$ 179,75 por mês (R$ 2.336,75 por ano).
- O que fazer se a Receita negar a isenção?Caso você se enquadre nas novas regras de isenção e a Receita Federal negue o benefício, é possível contestar a decisão através de: ● Retificação da declaração: se houve erro no preenchimento; ● Impugnação: se você discordar de alguma cobrança ou autuação; ● Recurso administrativo: para questionar decisões da Receita. É recomendável buscar orientação de um contador ou advogado tributarista nesses casos.
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