ALTA RENDA BLOG 2026 – O bitcoin voltou a ocupar o centro do debate financeiro global após uma queda relevante, reacendendo dúvidas e análises sobre o futuro das criptomoedas em um cenário de juros elevados e mudanças na política monetária. Com base em dados e avaliações divulgadas pelo Deutsche Bank, o movimento recente reforça como fatores macroeconômicos continuam sendo decisivos para o comportamento dos ativos digitais, mesmo em um ambiente regulatório mais favorável nos Estados Unidos.
Ao longo desta matéria, você entende de forma clara e objetiva por que o bitcoin perdeu força, quais sinais o mercado está emitindo e o que investidores estão observando daqui para frente. E, mudando de assunto, aproveite para acompanhar mais notícias, análises exclusivas e conteúdos estratégicos do mundo financeiro no Alta Renda Blog, acessando clique aqui, e participe também do nosso canal de notícias gratuitas no WhatsApp, disponível em clique aqui.

Por que o Bitcoin despencou ao menor nível desde que Trump assumiu o poder
Contexto geral do mercado
O bitcoin voltou ao centro das atenções após registrar uma forte desvalorização e atingir o menor preço dos últimos 15 meses. A criptomoeda passou a ser negociada em torno de US$ 70 mil (aproximadamente R$ 342 mil), acumulando uma queda de 24% desde o início de 2026.
O movimento chama atenção porque ocorre mesmo após uma sequência de sinais considerados positivos para o setor, especialmente o apoio público do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, às criptomoedas.
Do recorde histórico à forte correção
Após meses de valorização intensa, o bitcoin havia alcançado um recorde histórico de US$ 122 mil em outubro, impulsionado por expectativas de mudanças regulatórias e maior aceitação institucional. No entanto, o cenário mudou de forma significativa nos últimos meses.
A correção atual não se limita ao bitcoin. O mercado cripto como um todo entrou em uma fase de ajuste mais profundo, refletindo uma combinação de fatores macroeconômicos, regulatórios e de sentimento dos investidores.
O papel de Trump e da política pró-cripto
Desde seu retorno à Casa Branca em janeiro de 2025, Trump adotou uma postura abertamente favorável ao setor. Uma de suas primeiras medidas foi a assinatura de uma ordem executiva com o objetivo de transformar os Estados Unidos na “capital mundial das criptomoedas”.
Além disso:
- O governo sancionou uma lei que concede respaldo federal às criptomoedas.
- Uma equipe do Departamento de Justiça dedicada à fiscalização do setor foi dissolvida.
- A SEC reduziu significativamente investigações e ações de supervisão relacionadas a criptoativos.
Apesar disso, o envolvimento pessoal de Trump com projetos e investimentos em criptomoedas passou a gerar críticas políticas. Parlamentares democratas apontam conflitos de interesse, citando participações avaliadas em mais de US$ 11 bilhões e ganhos pessoais estimados em US$ 800 milhões desde o início do mandato.
Por que o Bitcoin perdeu valor?
Segundo analistas do Deutsche Bank, a queda mais recente foi desencadeada por fatores monetários, especialmente a nomeação de Kevin Warsh como novo presidente do Federal Reserve.
O mercado interpreta que:
- Uma política monetária mais agressiva, com juros elevados por mais tempo, reduz a atratividade de ativos de risco.
- Criptomoedas tendem a se beneficiar de ambientes de juros baixos e maior liquidez, o que não é o cenário atual.
O banco destaca ainda que o bitcoin vem apresentando tendência de queda consistente nos últimos quatro meses, acompanhada de um aumento do pessimismo em relação ao setor cripto de forma geral.
Mudança no perfil do investidor
De acordo com o Deutsche Bank, a venda contínua indica que investidores tradicionais estão reduzindo exposição, sinalizando uma perda de interesse especulativo. O bitcoin estaria passando por uma transição importante:
- Antes: ativo altamente especulativo, impulsionado por narrativas e expectativas.
- Agora: ativo em busca de um papel mais claro dentro do sistema financeiro global.
Essa leitura sugere um mercado mais maduro, porém menos tolerante a euforias prolongadas.
Visões divergentes sobre o futuro
William Barhydt, CEO da Abra Capital Management, reconhece o processo de amadurecimento do mercado, mas mantém uma visão construtiva no médio e longo prazo. Para ele, oscilações fortes fazem parte da história do bitcoin e não representam, por si só, um fim de ciclo estrutural.
Ainda assim, o executivo ressalta que choques globais extremos, como conflitos de grande escala, poderiam alterar drasticamente esse cenário.
Impacto no mercado cripto como um todo
Outras criptomoedas relevantes também sofreram perdas expressivas. Ethereum e Solana, por exemplo, acumulam quedas próximas de 37% em 2026.
Segundo dados da CoinGecko, o mercado:
- Perdeu mais de US$ 1 trilhão em valor apenas no último mês.
- Já eliminou cerca de US$ 2 trilhões desde o pico registrado em outubro.
Projeções mais conservadoras
A Stifel, empresa americana de investimentos e research, avalia que o preço do bitcoin pode recuar até a faixa de US$ 38 mil, refletindo uma nova correlação mais forte entre o mercado cripto e o comportamento do dólar americano.
Esse movimento ocorre em um momento em que o dólar chegou recentemente ao menor valor em quatro anos, adicionando mais incertezas ao cenário global.
Conclusão
A recente queda do bitcoin para a faixa dos US$ 70 mil reforça que, apesar do discurso favorável às criptomoedas e do ambiente regulatório mais flexível nos Estados Unidos, o mercado segue profundamente sensível a fatores macroeconômicos, especialmente à política monetária e ao comportamento dos juros globais. O movimento atual indica um período de ajuste e maturação do setor, no qual expectativas excessivamente especulativas tendem a dar lugar a uma análise mais racional sobre o real papel dos criptoativos no sistema financeiro.
Embora instituições como o Deutsche Bank vejam limites para uma retomada rápida aos patamares recordes, especialistas do mercado ainda enxergam espaço para recuperação no médio e longo prazo, desde que o cenário econômico permita maior apetite por risco. Para o investidor, o momento exige cautela, leitura de contexto e acompanhamento constante das decisões que influenciam diretamente o mercado global.
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