ALTA RENDA BLOG 2026 – O cartão Ultravioleta entra em uma nova fase após o Nubank encerrar o rendimento automático do cashback, um benefício que se tornou um dos principais diferenciais do produto desde o seu lançamento. A mudança marca um reposicionamento claro da fintech, que passa a reforçar a proposta premium e o foco em experiências internacionais, deixando em segundo plano a lógica de rentabilidade automática que atraía muitos clientes de alta renda. Nesta matéria, vamos analisar o que essa transição representa na prática, quais impactos surgem para o usuário e por que o custo-benefício do cartão volta ao centro das discussões em 2026.
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Nubank anuncia fim de serviço no Brasil e clientes do Ultravioleta são impactados
O mercado financeiro brasileiro acompanha de perto cada movimento do Nubank, especialmente quando mudanças atingem produtos voltados ao público de alta renda. Nos últimos meses, uma decisão importante envolvendo o cartão Ultravioleta chamou a atenção dos clientes e reacendeu o debate sobre benefícios, rentabilidade e estratégia da fintech.
Nesta matéria, o Alta Renda Blog apresenta de forma clara o que mudou, quais os impactos práticos para os usuários e como o produto evoluiu após as alterações anunciadas pela instituição.
O que mudou: fim do rendimento automático de 200% do CDI
Um dos benefícios mais valorizados do cartão Ultravioleta era o rendimento automático de 200% do CDI sobre o cashback acumulado.
Lançado em 2021, o recurso permitia que o valor devolvido nas compras rendesse diariamente, com liquidez imediata — uma combinação que agradava tanto consumidores quanto investidores que buscavam praticidade e segurança.
Motivo do encerramento
Segundo o Nubank, muitos clientes estavam acumulando o cashback por longos períodos, sem movimentar os valores. A fintech decidiu encerrar o rendimento automático para estimular o uso do saldo e aumentar a circulação desses recursos.
Importante:
- Os valores acumulados continuam disponíveis normalmente;
- Apenas o rendimento automático deixou de existir;
- Desde o último trimestre do ano passado, não há novos ganhos via rendimento.
Planilha – Antes e depois do benefício
| Aspecto | Antes | Agora |
|---|---|---|
| Rendimento do cashback | 200% do CDI | Encerrado |
| Liquidez | Imediata | Mantida |
| Cashback acumulado | Rendia automaticamente | Não rende |
| Objetivo do benefício | Incentivo ao acúmulo | Incentivo ao uso |
Outras mudanças no cartão Ultravioleta
Além do fim do rendimento automático, o Nubank também promoveu ajustes importantes no produto.
1. Aumento da mensalidade
- Valor atual: R$ 89 por mês
- O preço praticamente dobrou em relação à cobrança original.
2. Regras de isenção
Continuam com possibilidade de gratuidade para clientes que:
- Gastam acima de R$ 8 mil mensais no cartão;
- Mantêm R$ 50 mil investidos na instituição.
Clientes antigos poderão manter condições anteriores por até 12 meses, segundo a instituição.
Benefícios que permanecem no Ultravioleta
Mesmo com o fim do rendimento automático, o Nubank reforça que o cartão segue oferecendo um pacote robusto de vantagens:
- Cashback de 1,25% nas compras ou até 2,2 pontos por dólar;
- Cashback de 5% ou 9 pontos por dólar no Nu Viagens;
- Acesso a salas VIP em mais de 145 países;
- Conta global sem spread em mais de 40 moedas;
- Transferência para programas como Latam Pass, Smiles e Azul;
- eSIM internacional com 10 GB renováveis;
- Reembolso integral do IOF em compras internacionais;
- Internet gratuita no exterior.
Planilha – Visão geral do Ultravioleta em 2026
| Categoria | Situação Atual |
|---|---|
| Cashback padrão | 1,25% |
| Pontuação alternativa | 2,2 pontos/US$ |
| Mensalidade | R$ 89 |
| Isenção | R$ 8 mil em gastos ou R$ 50 mil investidos |
| Salas VIP | +145 países |
| Conta global | +40 moedas |
| Rendimento automático | Encerrado |
Análise ARB: o Ultravioleta ainda vale a pena?
O fim do rendimento automático de 200% do CDI representa uma mudança relevante, principalmente para usuários que enxergavam o cashback como uma reserva automática e rentável.
Por outro lado, o Nubank parece apostar em um modelo mais voltado para experiência e viagens, reforçando benefícios internacionais, conta global e integração com programas de fidelidade.
Na prática, o cartão continua competitivo para quem:
- Viaja com frequência;
- Usa programas de milhas;
- Consegue atingir a faixa de isenção.
Já para quem buscava rendimento passivo sobre o cashback, o produto perdeu parte do apelo original.
Conclusão
O fim do rendimento automático do cashback marca uma nova fase do Ultravioleta. O Nubank ajusta o foco do produto, deixando para trás um benefício financeiro que se tornou diferencial no mercado e reforçando vantagens ligadas à experiência premium e ao uso internacional.
Para o público de alta renda, a decisão exige uma nova análise de custo-benefício, especialmente considerando a mensalidade mais alta e o novo posicionamento do cartão.
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