ALTA RENDA BLOG 2025 – O Banco Central confirmou oficialmente que o Drex, a nova moeda digital brasileira, terá sua primeira versão em operação a partir de 2026. A fase inicial será mais enxuta, sem blockchain e tokenização, com foco em processos internos do sistema financeiro, especialmente no mercado de crédito. Essa escolha mostra uma estratégia mais cautelosa e técnica, como destacou o economista Fernando Ulrich, que vem analisando o tema em profundidade.)
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Drex: A nova moeda digital do Brasil chega em 2026
O que muda, quais são os riscos e como se preparar

Panorama Geral
O Banco Central do Brasil (BC) confirmou que o Drex começará a operar em 2026, mas em uma versão enxuta, sem blockchain e sem tokenização inicial.
A prioridade será atuar em processos internos do sistema financeiro, especialmente na reconciliação de garantias de crédito, e não como uma moeda digital de uso popular.
Essa decisão marca uma mudança em relação ao projeto-piloto, reduzindo riscos e aproximando a iniciativa de uma solução de infraestrutura para crédito e mercado de capitais, e não de uma CBDC de varejo.
O que muda no lançamento de 2026
Segundo análise do economista Fernando Ulrich em seu canal no YouTube Fernando Ulrich:
- O BC optou por priorizar entregas práticas, em vez de ambições amplas.
- O foco inicial será a checagem de gravames (garantias em operações de crédito).
- Tokenização ampla e uso de blockchain (Hyperledger Besu) ficam em segundo plano.
- Entraves técnicos ligados à privacidade e à escalabilidade foram decisivos para essa mudança.
Como reforçou Ulrich, a decisão evita riscos de “moeda digital popular” e mantém o sistema ancorado nos bancos comerciais.
O que o Drex é — e o que não é
- Não é uma CBDC de varejo: cidadãos não terão contas diretas no BC.
- É um projeto de atacado: infraestrutura voltada para instituições financeiras.
- Mantém a lógica atual: o Banco Central não terá contato direto com o público.
- Não substitui o real físico: neste momento, não haverá “real digital” em circulação popular.
Pix x Drex: papéis diferentes
O Pix já cumpre grande parte das funções que algumas CBDCs tentam resolver:
- Pagamentos rápidos
- Custo baixo
- Disponibilidade contínua
Enquanto isso:
- Pix → Ferramenta de pagamentos do dia a dia.
- Drex → Solução de bastidor para crédito e mercado de capitais.
Comparativo
| Característica | Pix (já em uso) | Drex (versão 2026) |
|---|---|---|
| Público-alvo | População em geral | Sistema financeiro |
| Finalidade | Pagamentos instantâneos | Reconciliação de garantias |
| Custos | Baixos | Operacionais internos |
| Blockchain | Não | Não (nesta fase) |
| Tokenização | Não | Não (nesta fase) |
Riscos e debates internacionais
O economista alerta que uma eventual CBDC de varejo pode significar riscos de:
- Rastreamento total das transações.
- Possibilidade de juros negativos.
- Bloqueio automático de valores.
Nos Estados Unidos, o debate é intenso:
- A Flórida aprovou leis limitando o uso de uma CBDC.
- Em janeiro de 2025, Donald Trump assinou decreto proibindo o desenvolvimento de CBDCs no país.
Esse ambiente explica a cautela brasileira e a escolha de um modelo mais restrito.
E quanto aos BRICS e à “desdolarização”?
Muitos associam o Drex à ideia de integração com os BRICS e redução da dependência do dólar.
No entanto, segundo Ulrich:
- O Drex é descrito pelo BC como um projeto doméstico de infraestrutura financeira.
- O Brasil participa de fóruns internacionais, mas não há confirmação de que o Drex será ferramenta imediata de integração dos BRICS.
- Conclusão: nesta fase, não se trata de “moeda internacional” nem de substituição do real físico.
Preciso me proteger?
Essa é a pergunta mais comum que Ulrich recebeu.
Sua resposta: não há necessidade de medidas defensivas imediatas.
- A versão de 2026 será apenas de infraestrutura técnica, sem impacto direto no bolso do cidadão.
- O risco de perda de privacidade só viria em uma possível futura expansão para CBDC de varejo, o que exigiria intenso debate público.
- Até lá, o Pix continua sendo a principal ferramenta de pagamento no país.
Próximos passos do Drex
De acordo com as falas oficiais do BC e a análise de Ulrich:
- 2025/2026 → Definição técnica sobre a arquitetura sem blockchain.
- 2026 → Lançamento voltado à reconciliação de garantias de crédito.
- Após 2026 → Avaliação de tokenização e novas aplicações.
Conclusão
O Drex não é o “real digital” popular, nem um projeto de substituição imediata do dólar.
O lançamento de 2026 será técnico e restrito ao sistema financeiro, funcionando como uma infraestrutura de bastidores.
Para o cidadão comum:
- O Pix segue como ferramenta central.
- Não há necessidade de medidas de proteção imediatas.
O que cabe à sociedade é acompanhar de perto as próximas etapas, cobrando transparência em relação à privacidade, governança e limites de uso em possíveis expansões.
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