
No Brasil, o custo invisível do crédito pesa cada vez mais no orçamento das famílias. Segundo o Banco Central do Brasil, em maio de 2025, 9,86% da renda das famílias foi comprometida apenas com juros, o maior nível desde 2005. No total, 27,40% da renda está comprometida com dívidas e juros, percentual bem próximo do recorde registrado em março de 2025 (28,84%). Comparativamente, este comprometimento da renda das famílias com as dívidas é quase o triplo do que foi registrado no primeiro trimestre de 2025 nos EUA (11,25%), e mais do que o triplo da média histórica no Japão (8%).
Além de caras, as dívidas estão cada vez mais presentes nos lares. Segundo pesquisa da CNC, uma das mais respeitadas sobre o assunto, em junho de 2025, 78,4% das famílias brasileiras tinham algum tipo de dívida e 29,5% estavam inadimplentes. Níveis muito elevados, que confirmam a deterioração do poder de compra dos cidadãos.
O motivo de essas taxas de juros serem tão altas não é segredo, a demanda por recursos é superior à oferta. E entre os principais fatores que explicam esse desequilíbrio estão: a necessidade de financiamento do setor público (o qual insiste em desacoplar os gastos da capacidade de arrecadação); o baixo nível de poupança da população; o aquecimento da demanda agregada; a expansão tímida da oferta de alimentos e a inflexibilidade de alguns preços monitorados com forte efeito nas cadeias de produção domésticas.
O impacto social e econômico é profundo. Segundo o Ministério da Fazenda, a carga tributária bruta no Brasil atingiu 32,32% do PIB em 2024. Essa elevada carga, por si só, já retira quase um terço da renda do trabalho, o que somado ao percentual destinado aos juros pode gerar uma situação caótica: na prática, sobra apenas cerca de 60% do rendimento para o trabalhador usar.
Diante desse cenário, brasileiros precisam estar atentos e adotar algumas estratégias. O ideal é evitar o endividamento, quitar dívidas antecipadamente sempre que possível e buscar novas formas de rendimento extra para acelerar a quitação das dívidas.
Além disso, é fundamental adotar práticas de planejamento financeiro adequadas à realidade do país: evitar o crédito rotativo e o cheque especial, priorizar as compras à vista e o uso consciente do cartão de crédito. Renegociar dívidas, buscando taxas menores, e investir em educação financeira para entender o custo do dinheiro também são ações importantes.
No país onde o custo do crédito é um dos mais altos do mundo, planejar é uma forma de resistir. Ademais, a conscientização sobre os juros e o fortalecimento da educação financeira são vias para reduzir a dependência do crédito e melhorar a qualidade de vida.
*Pedro Henrique Pontes é economista e professor do Centro Universitário Internacional – Uninter.
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