ALTA RENDA BLOG 2026 – Os países que integram o Brics avançam em uma das discussões financeiras mais relevantes dos últimos anos: a criação do Brics Pay, uma plataforma própria de pagamentos internacionais prevista para entrar em operação em 2026. A proposta, debatida com apoio técnico de bancos centrais do bloco — com destaque para a atuação da Índia — busca permitir transações diretas em moedas locais, reduzir custos, aumentar a velocidade dos pagamentos e diminuir a dependência do sistema Swift e do dólar americano nas operações globais.
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Brics planeja lançar o Brics Pay em 2026 como alternativa independente ao Swift
Os países que integram o Brics avançaram nas discussões para a criação de uma plataforma própria de pagamentos internacionais chamada Brics Pay, com lançamento previsto para 2026. O projeto tem como objetivo permitir transações diretas em moedas nacionais entre os membros do bloco, reduzindo a dependência do sistema Swift e do dólar americano nas operações internacionais.
A iniciativa ganhou força após contribuições técnicas do Banco Central da Índia, que defende a integração de sistemas nacionais de pagamento já existentes. O tema deve ocupar posição central na cúpula do Brics de 2026, que será realizada na Índia, quando os detalhes técnicos e operacionais poderão ser finalizados.
O que é o Brics Pay
O Brics Pay será uma plataforma de pagamentos unificada voltada para transações cross-border entre países do bloco. O sistema permitirá transferências financeiras rápidas, seguras e com custos reduzidos, utilizando moedas locais em vez de dólar.
A proposta atende tanto operações comerciais quanto pagamentos ligados ao turismo, além de abrir espaço para a futura integração de moedas digitais emitidas por bancos centrais (CBDCs).
Origem da proposta
A ideia do Brics Pay surgiu a partir dos esforços do bloco para fortalecer a cooperação financeira independente e reduzir vulnerabilidades externas.
Desde as sanções aplicadas à Rússia em 2022, os países do Brics passaram a discutir alternativas viáveis que eliminem intermediários estrangeiros em transferências internacionais. As primeiras discussões destacaram a necessidade de conectar infraestruturas já consolidadas, como:
- Pix (Brasil)
- Sistemas instantâneos da China
- Plataformas nacionais da Rússia e da Índia
Essa integração criaria uma rede multinacional de pagamentos em tempo real.
Principais objetivos do Brics Pay
O projeto foi desenhado com foco em soberania financeira, eficiência operacional e segurança.
Objetivos centrais da plataforma
- Reduzir custos em transferências internacionais
- Diminuir a dependência do dólar americano
- Mitigar exposição a sanções financeiras externas
- Estimular o comércio entre países do Brics
- Criar base técnica para uso futuro de moedas digitais estatais
Comparativo: modelo tradicional x Brics Pay
| Característica | Sistema Tradicional (Swift) | Brics Pay |
|---|---|---|
| Moeda base | Dólar americano | Moedas locais |
| Intermediação | Bancos internacionais | Bancos centrais do bloco |
| Tempo de liquidação | Horas ou dias | Quase instantâneo |
| Custos | Elevados | Reduzidos |
| Exposição a sanções | Alta | Baixa |
Países envolvidos no projeto
Atualmente, o Brics conta com dez países membros plenos, após ampliações recentes.
Membros do Brics
- Brasil
- Rússia
- Índia
- China
- África do Sul
- Emirados Árabes Unidos
- Arábia Saudita
- Irã
- Egito
- Etiópia
Cada país contribui com sua própria expertise. A Rússia traz experiência com sistemas alternativos ao Swift, enquanto a China oferece escala e eficiência operacional. A Índia lidera a coordenação técnica, definindo padrões compatíveis entre os membros.
Benefícios para o comércio internacional
A adoção do Brics Pay pode gerar impacto direto no volume e na eficiência do comércio intra-bloco.
Empresas passam a operar com:
- Menores taxas bancárias
- Menor risco cambial
- Maior previsibilidade em contratos de longo prazo
As transações em moedas locais reduzem a dependência de conversões sucessivas para dólar, o que hoje encarece operações internacionais.
Impacto no turismo entre países do Brics
O setor de turismo também deve ser um dos principais beneficiados.
Turistas poderão:
- Realizar pagamentos via QR Code
- Utilizar aplicativos integrados
- Evitar conversões cambiais antecipadas
Hotéis, restaurantes e serviços de transporte poderão aceitar pagamentos diretos na moeda de origem do visitante, facilitando o consumo e reduzindo custos.
Integração com tecnologias já existentes
O Brics Pay funcionará como um gateway de integração entre sistemas nacionais já operacionais. Ele não substituirá bandeiras globais como Visa ou Mastercard, mas atuará como alternativa paralela para pagamentos internacionais.
Testes-piloto realizados ao longo de 2025 comprovaram a viabilidade técnica da plataforma, validando:
- Conectividade entre redes nacionais
- Segurança das transações
- Estabilidade operacional
A arquitetura descentralizada garante resiliência mesmo diante de falhas em canais externos.
Desafios técnicos e regulatórios
Apesar do avanço, o projeto enfrenta desafios relevantes.
Principais desafios
- Padronização de protocolos entre sistemas distintos
- Harmonização de regras de compliance e prevenção à lavagem de dinheiro
- Interoperabilidade futura entre moedas digitais estatais
- Segurança cibernética em ambiente multinacional
Bancos centrais já testam modelos de criptografia avançada para proteger dados sensíveis em todas as etapas das transações.
Cronologia do desenvolvimento do Brics Pay
| Ano | Marco relevante |
|---|---|
| 2022 | Início das discussões após sanções à Rússia |
| 2024 | Estudos de viabilidade aprovados na cúpula de Kazan |
| 2025 | Testes-piloto entre China e Rússia |
| 2026 | Lançamento operacional previsto |
Impacto esperado no sistema financeiro global
O Brics Pay representa um passo estratégico na diversificação do sistema financeiro internacional. O bloco reúne países que concentram parcela crescente do comércio mundial, o que pode acelerar o uso de moedas alternativas ao dólar.
Analistas avaliam que, no médio prazo, haverá aumento gradual das transações fora dos canais tradicionais dominados por instituições ocidentais.
Vantagens diretas para cidadãos comuns
Além de governos e empresas, o Brics Pay traz benefícios concretos para a população.
Benefícios ao usuário final
- Remessas internacionais mais baratas
- Transferências quase instantâneas
- Recebimento em moeda local
- Facilitação do comércio eletrônico transfronteiriço
Trabalhadores migrantes, famílias e pequenos empreendedores tendem a ser alguns dos maiores beneficiados pela nova infraestrutura.
Conclusão
O avanço do Brics Pay, com lançamento previsto para 2026, sinaliza um movimento estratégico dos países do bloco em direção a um sistema financeiro mais autônomo, eficiente e menos dependente de infraestruturas tradicionais como o Swift e do dólar americano. Ao permitir transações diretas em moedas locais, integrar sistemas nacionais já consolidados e preparar o terreno para o uso futuro de moedas digitais estatais, a iniciativa pode gerar impactos relevantes no comércio internacional, no turismo e no dia a dia de empresas e cidadãos dos países membros.
À medida que os detalhes técnicos e regulatórios forem definidos, o Brics Pay tende a se consolidar como uma alternativa relevante no cenário global de pagamentos, acompanhando a crescente influência econômica do bloco e a busca por maior soberania financeira.
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