BRICS Pay já é oficial! Entenda como o sistema pode mudar pagamentos globais até 2026

ALTA RENDA BLOG 2026 – O BRICS Pay já deixou de ser apenas uma ideia e passou a ocupar espaço real nas discussões sobre o futuro dos pagamentos internacionais. Com base em dados e informações divulgadas por instituições ligadas ao bloco BRICS e ao setor financeiro, o projeto surge como uma proposta ambiciosa para conectar economias como Brasil, China, Índia e Rússia em um sistema digital próprio, reduzindo a dependência do dólar e trazendo uma nova dinâmica para transações globais. Nesta matéria, você vai entender de forma clara o que já é oficial, como o sistema funciona e o que pode mudar até 2026 para empresas, turistas e usuários comuns.

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Sim, o BRICS Pay já é oficial: entenda como o sistema será lançado e o que realmente muda até 2026

O BRICS Pay deixou de ser apenas especulação e passou a ocupar espaço real nas discussões sobre o futuro dos pagamentos internacionais. A proposta chama atenção porque promete algo ambicioso: permitir transações entre países do bloco BRICS+ sem depender do dólar, usando tecnologia moderna e integração digital inspirada em modelos eficientes como o Pix brasileiro.

Mas afinal, o sistema já está funcionando? Ele substitui o dólar? E quando chegará ao usuário comum? Nesta matéria, o Alta Renda Blog explica de forma clara e objetiva o que já existe, o que ainda está em desenvolvimento e o que pode mudar no cenário financeiro global até 2026.


O que é o BRICS Pay

O BRICS Pay não é uma moeda única e nem um substituto direto das moedas nacionais. Trata-se de um ecossistema digital de pagamentos internacionais, criado para facilitar transferências e compras entre países do bloco.

Objetivo principal

  • Permitir pagamentos internacionais sem conversão obrigatória para dólar
  • Reduzir custos de transação entre países parceiros
  • Aumentar a autonomia financeira das economias participantes
  • Criar uma infraestrutura alternativa aos sistemas tradicionais

Como funciona a tecnologia por trás do sistema

O projeto utiliza o DCMS (Decentralized Cross-Border Messaging System), uma arquitetura baseada em blockchain que funciona como alternativa ao sistema SWIFT.

Diferenças principais

CaracterísticaSWIFTBRICS Pay (DCMS)
ModeloCentralizadoDescentralizado
ControleInstituições globaisCada país controla sua rede
TecnologiaMensageria bancária tradicionalBlockchain
Vulnerabilidade a sançõesAltaReduzida

Esse modelo permite que cada banco central mantenha autonomia sobre sua própria infraestrutura, evitando dependência de intermediários externos.


A conexão brasileira: o “Pix do BRICS”

Um dos motivos que aumentaram o interesse no Brasil é a semelhança operacional com o Pix.

O sucesso do sistema brasileiro — que movimentou cerca de R$ 7 trilhões no início de 2025 — serviu como referência técnica para o projeto internacional.

O objetivo futuro

  • Brasileiro paga em reais
  • Comerciante estrangeiro recebe em moeda local
  • Conversão ocorre de forma automática no sistema

Na prática, a ideia é que um turista brasileiro possa utilizar QR Code para pagar em países do bloco, assim como já faz hoje no Brasil.


Aplicativos e testes já existentes

O projeto já possui iniciativas em desenvolvimento, como carteiras digitais voltadas para ativos digitais e pagamentos internacionais.

Durante o Fórum Empresarial em Moscou, em outubro de 2024, participantes utilizaram cartões com QR Code para realizar compras reais em ambiente de testes — mostrando que o sistema já funciona tecnicamente em cenários controlados.


BRICS Pay já substituiu o dólar?

Não.

Essa é uma das maiores confusões em torno do tema. O BRICS Pay não elimina o dólar neste momento e não foi criado como moeda única.

É importante separar dois conceitos:

BRICS Pay

  • Sistema de pagamentos
  • Infraestrutura digital
  • Funciona como a “estrada” financeira

The Unit

  • Proposta separada
  • Unidade de conta lastreada em ouro e moedas locais
  • Ainda em fase piloto e sem adoção oficial

Onde estão os principais desafios

Apesar dos avanços técnicos, o projeto ainda depende de decisões políticas e regulatórias.

Pontos em discussão

  • Aprovação dos bancos centrais nacionais
  • Integração entre moedas digitais oficiais
  • Governança do sistema
  • Interesses econômicos divergentes entre países

No caso do Brasil, o Banco Central acompanha o debate, mas ainda não existe decisão formal para implementação em larga escala.

Além disso, alguns países do bloco demonstram cautela para evitar impactos no atual equilíbrio financeiro internacional.


O cronograma esperado (2025–2027)

EtapaSituação
Testes em eventos e ambientes controladosConcluídos
Desenvolvimento técnico da infraestruturaEm andamento
Integração com moedas digitais nacionaisEm expansão
Lançamento gradualPrevisto entre 2025 e 2027
Uso cotidiano em massaAinda depende de acordos

O que esperar até 2026

O BRICS Pay é um projeto real e oficial, mas ainda em construção. A expectativa é que, até o fim de 2026, moedas digitais de bancos centrais — como o Drex no Brasil e o yuan digital na China — estejam conectadas ao sistema.

Para o usuário comum, isso significa que o sistema pode começar a aparecer de forma gradual dentro dos aplicativos bancários, dependendo de acordos diplomáticos e validação regulatória.


Conclusão

O BRICS Pay representa um movimento relevante dentro da transformação dos pagamentos internacionais, mostrando que o bloco busca alternativas para ampliar a autonomia financeira e reduzir custos nas transações entre países. Apesar de já existir e avançar em testes reais, o projeto ainda passa por etapas importantes de validação regulatória e alinhamento político, o que significa que sua adoção em larga escala deve acontecer de forma gradual nos próximos anos. Para o público brasileiro, o potencial está na integração com sistemas digitais já conhecidos, como pagamentos via QR Code e soluções inspiradas no modelo do Pix, abrindo espaço para um novo cenário global de transferências e compras internacionais.

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